1 de setembro de 2016

A BITUZADA EM SUMA - POR JOÃO BITU



A BITUZADA EM SUMA

Zebitu ao lado de Vicentina
Um Casal de louvável memória
Escreveu na sua heróica história...
A grandeza, a honra e a disciplina
Que herdou da providência Divina.
Quis que os filhos ao seu critério
Todos tomassem um caminho sério
Escolhendo boas companhias
E constituindo novas famílias
Como exemplo do seu doce Império.

Em um sítio de nome Una
Fui buscar no Espírito Santo
Linda jovem que por seu encanto
Para mim vale eloqüente fortuna
-Cleide achou logo na Baraúna
Seu formoso Príncipe encantado
Que o PAI já tem ao seu lado,
Que ela amou e até hoje gaba.
-Minha dócil e meiga capixaba
Até hoje convive ao meu lado
Denizard, que o chamamos de Zé
Um irmão bondoso e cativante
Encontrou em local pouco distante
Conhecido por Sítio Coité
A esposa, a companheira de fé.
Já o Cláudio que optou por inteiro
Com Raimundo ocuparem primeiro
Um lugar noutro plano de vida
Contraíram a parceria devida
Com amor e afeição em Juazeiro
Também não vivem conosco mais aqui
Dois irmãos amados e queridos
O Luiz e a Socorro, falecidos
Fato que em verdade muito eu senti.
-O irmão Cícero foi ao Trairí
E de lá arrancou a sua herdeira
Para quem dedica a vida inteira
Ela mesma é quem assim diz
Um casal perfeito e muito feliz
Numa paz contínua e verdadeira
Isabel, conciliadora nata
Por excelência dona de saber
Muito sábia e ativa pra valer
Bem conceituada e sensata
Previdente, autêntica e pacata!...
As caçulas que só ternura têm
Fazem bem sem reparar a quem
Tanto a primeira como a última
São Zezê e a Maria de Fátima
As virgens desposadas do SUMO BEM
João Bitu

27 de agosto de 2016

Acontecendo em VARZEA ALEGRE

 


                                       A FESTA DE SÃO RAIMUNDO NONATO



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 

7 de agosto de 2016

Aconteceu na Tarde de Autógrafos de João Bitu





DONA VICENTINA

 Residia na Forquilha
A Dona Chicô Pereira
Sempre forte e altaneira...
Uma mulher maravilha...
Tinha uma neta-filha
Que criou desde menina
Sua Mãe era Idalina
Que a deixou na orfandade
Muito linda e sem vaidade
A bendita VICENTINA!

Bem próximo nas vizinhanças
Tinha o sítio Timbaúbas
Mais embaixo as Carnaúbas
O berço destas lembranças...
E das bem-aventuranças
De um matrimônio ditoso
De um enlace prestimoso
Em que a casta matriarca
Desposou o patriarca
Zé Bitu seu casto esposo.
Desta saudável união
Nasceram onze herdeiros
Os seus pais sempre ordeiros
Os criaram com perfeição...
Deram boa educação
Impuseram o que é direito
Amor, decência e respeito.
Um coração bem desperto
Buscando um futuro certo
De honradez e conceito.
Esta eloquente varoa
Tinha o dom de gerência
Tratava com reverência
A toda e qualquer pessoa...
Estimada como a patroa
Da gente circunvizinha
Por cada um ela tinha
Um afeto sem interesse
Era como se merecesse
O poder de uma Rainha.
Era a Rainha do lar
Junto àquele varão
Homem de bom coração
Sabiam se comportar...
Formavam um lindo par
Foram sempre mui felizes
Não houve quaisquer deslizes
Nem briga ocasional.
Em sua vida conjugal
Nunca enfrentaram crises.
Suas músicas favoritas
Que sempre cantarolava
Quando a seus filhos mimava
Eram bastante bonitas...
Uma era Manolita
Que canção comovedora!
De aceitação duradoura
Em quem nela se detém.
Cantava muito também
A saudosa Valsa Vindoura.
Quando estava na cozinha
Não tinha ninguém igual
Somente com água e sal
Comida melhor não tinha...
Preparava o que convinha
Uma gostosa tapioca
Com goma de mandioca
Cozinhava de tudo a esmo
Feijão de corda e torresmo
E baião de dois com paçoca
Mas a vontade Divina
Enviou os anjos seus
Levar para junto de Deus
A nossa querida heroína...
Nossa amada VICENTINA
Foi fazer o seu renovo
Deixou aqui o seu povo
Conforme diz o Evangelho
Deixou o seu mundo velho
E foi morar num mundo novo!
João Bitu..
 
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Foi com  imensa emoção  que fui chamada a  ler DONA VICENTINA naquela  tarde de autógrafos no LE CAFÉ. Fico te devendo essa BITU NETO.....tremi nas bases ao tentar declamar...foi emocionante demais. A matriarca da BITUZADA merecia aqueles aplausos...chorei de emoção.
Fafá

27 de julho de 2016

35 Anos de formatura...parece que foi ontem.

 
 
 
 
Comemorando os   35 anos de minha formatura. Comecei a trabalhar 15 dias depois da colação de grau. Agradeço a Deus essa  grande  dádiva. Ensinar Francês durante 25 anos não foi nada cansativo, só   aperfeiçoei mais ainda o que aprendi na UFC e no curso de conversação em Paris mas a grande oficina foi a sala de áula, o contato íntimo com o aluno que a mim chegava ávido por informação que eu pesquisava com o maior carinho.Costumo dizer aos colegas que reclamam do baixo salário que trabalhei por gostar, não abracei o magistério pensando em ganhar dinheiro, o caminho não é por aí. Tinha uma clientela maravilhosa que chegava a mim com o intuito de aprender a língua  mais culta e suave desse mundo. Acho que foi isso que fez toda a diferença. Hoje tenho muito orgulho de ver meus alunos trabalhando como intérprete, fazendo doutorado/mestrado, muitos deles trabalham nos hotéis e aeroportos e alguns moram na Europa.
Dedico essa postagem a essa turma maravilhosa. Foi com eles que passei 25 anos de minha vida.....transmiti o meu saber  e eles souberam  reconhecer e  compartilham até hoje o  verbo AIMER.
 
JE VOUS AIME TOUS!

 
 
 
 
 
 
 
 

 

26 de julho de 2016

Tarde de Autografos




Como irmãs mais novas e sabedoras do carinho que você nos devota, meu irmão, estamos aqui reabrindo nosso blog depois de um longo afastamento..é que estávamos esperando a obra prima POESIAS E CRÔNICAS EM FAMILIA se concretizar.
Parabéns, João Bitu, você me fez chorar de emoção ao ler DONA VICENTINA.
Fafá e Zezé








10 de maio de 2016

REVENDO MEU DOCE PASSADO - por Joao bitu




 
 
 
 
REVENDO MEU DOCE PASSADO

A antiga Rua Major Joaquim Alves, cuja denominação foi pelos ares para dar vez a outro nome ilustre, este filho da cidade de Várzea-Alegre, tinha início na entrada do corredor que leva aos Grossos, em
direção à cidade de Iguatu e se estendia até as residências de Joaquim Diniz e Hamilton Correia, pelo lado oposto. Não era uma rua muito extensa, mas estava sua grandeza no alinhamento e cuidados de suas bonitas residências e de seus habitantes ilustres. Cabia ali tudo que era bom, pessoas, prédios, praças de diversões, a Catedral, duas usinas e beneficiamento de algodão e o comércio enfim. Inclua-se, naturalmente, a Usina Primo no limiar.
Os seus moradores eram os mais conceituados cidadãos
da cidade, a contar os mais ricos assim como outros tantos de menor expressão econômico-financeira, todavia, decentes e trabalhadores honrados e igualmente notáveis.
A indústria e o comércio ali representados por JOSUÉ ALVES DINIZ, um Senhor de grande valor e respeito pela honradez e decência nos negócios e na política, tendo sido eleito Prefeito, ocasião em que mostrou sua alta capacidade administrativa e incontestável honestidade no manuseio dos bens públicos. Teve uma vida de raras virtudes, qualidades que deixou aos filhos por herança. Entre outras obras construídas em sua gestão deixou o prédio onde funciona atualmente a Prefeitura Municipal da cidade e O Centro Administrativo cujo, recebeu o seu nome como homenagem. De grande utilidade comercial, além de funcionar como cabide de empregos também é engrandecido pela oferta e venda de gêneros alimentícios a preços mais accessíveis, graças a centralização de mercadoria. É situado entre as ruas JOSÉ COREIA e a GETÚLIO VARGAS, ao lado do prédio onde funcionou a ESCOLA DOMÉSTICA, instituição educativa onde MARIA SOCORRO BITU, de saudosa memória, concluiu sua educação profissional.
A seguir a pracinha onde está a Majestosa IGREJA DE SÃO RAIMUNDO, um dos mais belos e tradicionais monumentos em toda região Centro Sul do Estado, orgulho de Várzea-Alegre, cuja torre é vista ao longe com todo seu esplendo, com a estátua do padroeiro São Raimundo Nonato, encimando sua grandeza e invejável beleza, como que a olhar e abençoar o casarão de ZÈ BITU, em cujo toda Bituzada teve sua existência feliz. Nada se pode comparar a sua semelhante e maravilhosa vista mesmo à distância. Ladeada pela casa Paroquial de forma adequada e justa para os serviços religiosos, onde residem o Vigário e seus auxiliares instalados em suas dependências, bem como acomodações para os visitantes de outras paróquias circunvizinhas, quando das festividades costumeiras. Nossa Catedral é alvo de admiração em toda parte!
A PREFEITURA MUNICIPAL fica situada bem perto da referida pracinha, construída onde fora antigamente a querida e super- frequentada Praça Velha, em que a juventude tinha seu reduto e alegria ao passear às noitinhas ao som da AMPLIFICADORA VOZ DE VÁRZEA-ALEGRE”, comandada por Walquírio Correia, com as oferendas musicais e suas brincadeiras alegres dirigidas a cada ouvinte e admirador
Quanta saudade!
A parte comercial de maior destaque tem aí o seu início, considerando as lojas de tecidos. De Zé Rolim (João Joca foi seu sócio inicialmente), até à casa “ABC” pelo lado direito e, em frente RAIMUNDO SILVINO e ZÉ BILÉ com lojas de variedades Neste meio, isto é, entremeando o comercio havia outra “pracinha” muito concorrida ao anoitecer pelos jovens namorados da cidade, igualmente assistida ao som da Amplificadora e sua música contemporânea. AÍ estava o coração musical de toda juventude! Encontro infalível de toda mocidade!
A nossa estimada Rua Major Joaquim Alves termina aqui, onde as nossas saudades marcam o seu início. É necessário que se lembre aquelas músicas da velha guarda. Músicas que marcaram cada uma de nossas SAUDÁVEIS paqueras, cada um de nossos “flêrtes discretos, os recadinhos trocados que foram ou não foram respondidos! Cantores famosos que davam a cada melodia a riqueza de sua interpretação. Está, entendo eu, para nascer a pessoa contemporânea que não lembre da valsa BRANCA, do Bolero DEZ ANOS, A Pérola e o Rubi, Tarde Fria, Pecado Original e outros tantos sucessos da época!!! Aposto que alguns de meus leitores não vão dormir hoje sem antes cantarolar um pouco, recordando velhas músicas que lhe marcaram naquele passado tão doce!
Muitos casais que até hoje permanecem unidos e felizes tiveram o início de seus idílios naquelas pracinhas abençoadas. Podem contar agora aos filhos quão linda era a vida simples naqueles pedacinhos de chão alegres, em nossa querida e inesquecível VÁRZEA-ALEGRE. Havia serenidade, havia doçura e muita pureza dentro de cada namorado, candidato ao matrimônio. Amor verdadeiro, confiança e admiração recíproca. Impossível esquecer!
DEUS que tão graciosamente contemplou a nossa geração, dê aos nossos descendentes a mesma felicidade com que até hoje nos tem premiado. Vida longa, amor real aos nossos cônjuges e poder de reconhecimento fiel e inalterável.
Que nos abençoe hoje e sempre a nós e aos nossos estimados filhos e netos.
João Bitu
( Que cheque a Denizard )
João Bitu

2 de maio de 2016

Ma Famille



                     Como eu gosto de minha família!!!!!!!!!!

Si petite....





                       Si petite près de LA TOUR EIFFEL!

11 de abril de 2016

Saudades do tempo...por Waldiana Melo

Saudades do tempo...
Hoje começamos a recordar em uma conversa saudosa aqui em casa, momentos marcantes em nossas vidas, a mudança para essa casa, a minha gravidez, o nascimento do Raul...Paramos porque meu pai começou a chorar, era um choro diferente que comoveu a todos nós, ele vazia "bico", como uma criança, mas o choro era silencioso e saudoso, ele não precisou me dizer nada, eu entendi exatamente o motivo daquele pranto cuja dor era tão grande que nem sons emitia, só lág...rimas rolavam... Meu pai sentia saudades do tempo, eu acho essa a pior de todas as dores, a certeza que o tempo passou... Dói nele, dói em mim, dói em todos que veem aqueles que amamos envelhecendo, dói na gente envelhecer...As vezes me pergunto se é privilégio ou calvário presenciar essa dor, mas não me permito achar a resposta porque me manter forte é a única alternativa... Ando vivendo, sufocando tantas coisas, ando me deixando de lado, porque se eu olhar para dentro de mim, vou encontrar um mar de dor tão grande que por vezes me paralisa, saudades da minha mãe que não passa, medo do futuro que me aprisiona, são tantas coisas que eu prefiro nem pensar, apenas seguir, tento focar no agora, um dia por vez, uma dor por dia... No fim do dia eu apenas agradeço, a todos os que eu tenho, tudo que eu sou, essa é a única forma que conheço de recomeçar uma nova vida dentro da minha própria, todo dia... Obrigada, meu Deus!

10 de abril de 2016

GUERREIRA DO SANHAROL - Por Mundim do Vale.


GUERREIRA DO SANHAROL

No ano de 1945, chegava pra morar na casa dos meus pais a menina Geralda de Pedro Batista, (hoje Geralda Aquino). Nós fomos nascendo e crescendo com aquele cuidado e bondade daquela que nós chamávamos Cacá e depois Lalái, até que gerou uma grande afeição para todos nós....
No ano de 1957, Lalái casava com Tomaz Aquino. Na época tinha um costume na região, que a moça depois de casada ficava 15 dias na casa dos pais, para só então passar a viver com o marido.
Aqueles 15 dias foram uma tortura para mim e meus irmãos. No dia da partida a choradeira foi geral. Chorava Geralda de um lado e a meninada do outro. Meu pai tentando resolver aquele problema falou:
- Não precisa desse drama, não. Geralda vai é pro Sanharol, não é pra guerra não. Quando for no domingo, Raimundo e João vão deixar as galinhas que ela ganhou de presente de casamento e passam o dia com ela.
No domingo nós arranjamos um pau e meu pai amarrou seis galinhas pelas pernas e nós partimos pela estrada velha. Quando nós passávamos em frente à casa de Zé André, ele disse:
- Eita, que os Piauzinhos vão tomar a freguesia de Soarim.
Na passagem pela bodega de Raimundo Sabino, ele falou:
- Vocês vão dar de comer às raposas do Inharé?
Quando chegamos ao destino final, estava Margarida de Santiago na calçada e foi logo dizendo:
- Eita! Que no chiqueiro de Iraci não ficou nem um pinto.
Depois de fazer a entrega e matar a saudade, nós fomos brincar de baralho com os filhos de Carmelita, no grupo do Sanharol. Enquanto nós estávamos na brincadeira, uma das galinhas foi condenada sumariamente à morte. Não sei o que ela fez para merecer castigo tão grande, melhor seria aplicar uma surra de cipó.
Aquela diligência, eu e meu irmão João Morais fizemos quatro domingos seguidos, Quando acabaram as galinhas, nós procurávamos Seu Nelinho pra saber se ele não tinha alguma
encomenda que quisesse mandar pra Tomazinho,

Isolando as brincadeiras, esse texto foi desenvolvido para dizer do reconhecimento com a guerreira, que foi mãe e irmã para nós.
Abraço de gratidão para Geralda e seus filhos, genros, noras, netos.

28 de março de 2016

Uma Boa Reflexão

 
 
 
 
Dizem que, na vida, quem perde o telhado ganha as estrelas.
É assim mesmo.
Às vezes, você perde o que não queria, mas conquista o que nunca imaginou.
Nem tudo depende de um tempo, mas sim de uma atitude.
O tempo é como um rio. Você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou, nunca passará novamente.
Aproveite cada minuto de sua vida e lembre-se:
Nunca busque boas aparências, porque elas mudam com o tempo. Não procure pessoas perfeitas, porque elas não existem. Mas busque acima de tudo, um alguém que saiba o seu verdadeiro valor.
Tenham 4 amores: Deus, a vida, a família e os amigos.
Deus porque é o dono da vida, a vida porque é curta, a família porque é única e os amigos porque são raros!
 

24 de março de 2016

Exatamente assim


                        Adoro esse meu jeito menina de ser.




5 de março de 2016

A ETERNA MENINA - por Fafá Bitu

 
 
 
                                                             A ETERNA MENINA

Tenho saudade daquela menina que começou a caminhar muito cedo de perninha grossa como dizia sua mãe mas logo aos dois anos contraiu poliomielite e parou de caminhar. Desde então ficou dependente dos pais e irmãos. Decidiu estudar na escola mais próxima de sua casa: o EDUCANDÁRIO SANTA INÊS onde aprendeu as primeiras lições com DONA ELIZA GOMES CORREIA, a professora que lhe incentivou a lutar. Teve também grandes incentivadores: seus colegas de classe. Quando precisou mudar para o Ginásio São Raimundo ficou tudo mais difícil porque dependia de alguém para lhe levar. Foi então que seu irmão Luiz Bitu virou seu motorista de bicicleta, ela se acostumou a curtir seus gostos, daí seu jeito irreverente de ser até hoje. Mais tarde ele terminou o ginasial e precisava estudar fora mas ainda fez mais: nas férias lhe ensinou a andar de bicicleta o que a salvou de uma atrofia maior. Pedalou demais e nessas pedaladas sempre andava acompanhada de colegas solidários que temiam que a garota não pudesse enfrentar a ladeira até chegar ao ginásio que nessa época já era na famosa PRAÇA SANTO ANTÔNIO. Foi uma dessas meninas que praticamente não teve infância mas não se permitiu ser uma criança-problema. Esperava ansiosa a chegada dos folhetos da época, conseguia sintonizar com muita dificuldade a RÁDIO SOCIEDADE DA BAHIA e nesse tempo já tinha preferência musical. Ouvia Françoise Hardy cantando TOUS LES GARÇONS ET LES FILLES DE MON ÂGE mesmo não sabendo o que ela estava dizendo mas a melodia lhe tocava profundamente, só muito mais tarde ela foi entender a razão. Suas grandes paixões sempre foram a música e a leitura. Teve colegas da pesada em todas as turmas e era difícil na época acompanhar o ritmo deles mas ela aprontava mesmo que fosse uma teimosia que não participasse ativamente mas os professores sabiam que era ela a autora intelectual. O que mais curtia na época era a coragem de descer a ladeira na sua famosa monareta rodeada dos amigos cantando: " Pedalando contra o vento sem lenço, sem documento". A garota relembra essa época com tanto carinho que pede aos amigos: Se
 alguém viu a bicicleta por aí, por favor, avise porque essa relíquia faz parte de sua história.

25 de fevereiro de 2016

Falta de touché...



Vejam o que eu fiz na infância/adolescência!  Arrisquei na monareta e era com ela que eu ia à escola me sentindo feliz da vida e os outros perturbando o juízo de meus pais porque achavam sacrificado para mim. Eta falta de touché desse povo!












































22 de fevereiro de 2016

 
 
 
 
Essa montagem revela uma grande história de amor. A foto em preto e branco é uma verdadeira relíquia:
O casal é Ildomar e Isabel que tiveram uma história de amor belíssima que durou mais de 50 anos de felicidade e era assim:
" ele cuida de mim e eu cuido dele e DEUS cuida de nós dois.".
Fafá e Zezê de 7 e 6 anos acompanhavam o casal nos primeiros tempos de namoro.
Com a partida de ILDOMAR, tanto eu como Zezé temos muitas saudades cada vez que entramos naquela casa tão grande e hoje tão cheia de saudades.
Somos muito bem recebidas cada vez que vamos lá..mas aquele jardim já não é o mesmo sem o dono da famosa CASA DA LETRA I
  Fafá e Zezê

20 de fevereiro de 2016

Obrigada, Dalmir - por Fafá Bitu


 
 
 


Se eu fosse um poeta
E soubesse fazer rima
Rimasse de cima pra baixo
Rimasse de baixo pra cima
Fazia grandes homenagens..

Através da poesia
A minha terra querida

Assim,
Várzea Alegre Só é longe
Só que eu queria mais perto
Pra na hora da saudade
Seja lá onde estivesse
Independente de festa
Fosse lá na minha terra
Encontrar as amizades

Francisco Dalmir Freitas 

14 de fevereiro de 2016

No Tempo da Socorro era assim







Nesse tempo eu era mais animada para receber amigos e familiares. Sem Socorro, algo se  rompeu. Ela era uma tremenda anfitriã.
 
 
 
 








Sem sombra de dúvidas,, SOCORRO era soberana, a dona da nossa história
 
 
 
 
 
 
 
Ficamos órfãos de sua determinação: uma palavra sua era ordem.
 
 
 
 
 

E ai de quem faltasse com algum compromisso! 

Por aí com irmãos e sobrinhos

 
 

Encontro com nosso irmão Cícero e a filha Amanda.




Com o sobrinho Léo.


Com irmãos e sobrinhos por aí.