30 de novembro de 2013

O Doce Mistério da Vida

 
 

 
 
 
Minha trajetória tem a ver com doação, renúncia, caráter,mudança e muita dedicação.
 
 
Dos 2 aos 18 anos minha profissão era andar, aliás lutar para caminhar, depois fui estudar, comecei dando áula de reforço, depois curso de dactilografia aos 15 anos, aos 18 vim prá Fortaleza, me operei, fiquei engessada 3 meses, mais um ano de fisioterapia, aí fui lutar para entrar na faculdade.
 
 Ensinei Francês durante 25 anos, me dedicando de corpo, alma e coração a essa bela profissão mas minha irmã contraiu Alzheimer e já era tempo de me afastar do trabalho.
 
Depois que ela partiu me dedico a Zezê, irmã mais nova que também cuida muito bem de mim.
 
O tempo que resta é dedicado a Maria de Fátima  guerreira que vai à luta sem medo de ser feliz.
 
 

 
 

OCORRÊNCIAS E FATOS








MADALENA DE PININO
João Bitu
 
“Cleidnha o seu irmão e Padrinho Joãozinho ama muito você, ame-o também que lhes fará um grande bem.
Desde o venturoso dia 24 de junho, quando chegou àquele belo casarão no sítio Carnaúbas,bonito e saudável como ele só,  situado à beira do Riacho do Machado uma visita que era ansiosamente esperada  pelo casal proprietário e residente naquela   mansão maravilhosa. Existia bem em frente dela para sombra e deleite dos habitantes da localidade, uma árvore antiga denominada Pau Mocó que os tempos desfolharam e por fim a extinguiram indiferentes a sua beleza e utilidade, conquanto, os trabalhadores da vizinhança faziam uso da sombra para  a sua  sesta reparadora ao meio dia,  isto quando não usavam-na  para outras várias utilidades como por exemplo, afiar seus instrumentos de luta na roça a saber, enxada, foice, roçadeira e outros tantos objetos do gênero. Através de um pedaço de ferro do tamanho adequado, adquirido dos restos de uma qualquer ferrovia construída ao longo da região e um martelo de porte médio, era feita a amolação dos eficazes instrumentos de serviço. Infelizmente esta prática de certo modo trazia sérios incômodos em razão do barulho estridente que ocasionava, principalmente,  por ser executado no horário de repouso daquela gente.
Naquela data, entretando,  houve silencio. Um silêncio programado por motivo da chegada tão ansiosamente aguardada da visita ao lar dos BITUs. Houve barulho sim, mas um barulho festivo, comemorativo, lindo e maravilhoso que saltitou e transbordou nos corações daqueles felizardos”papais”, compadre Zé Bitu e Comadre Vicentina, bem como dos demais irmãozinhos  que da mesma forma vibravam e pulavam de total felicidade. Como havia contentamento naquele bendito lar!  Era a vinda de mais um bem precioso que vinha aumentar a alegria de uma gente graciosa e dedicada por extremo à prole já existente. Logo a notícia se espalhou na vizinhança e os festejos se intensificaram  em alto estilo. A sombra do frondoso Pau Mocó que por força da eventualidade teve ligeiro recesso, teria o reinicio de suas barulhentas atividades funcionais e as ferramentas voltariam a ser amoladas.
Aí então coube a Joãozinho a doce incumbência de nos levar a tão grata notícia que em verdade merecíamos receber, desde que muito amigos e ligados à família desde anos e mais anos de convívio e atividades mútuas. Lembro=me com alegria quando ele surgiu ao topo da ladeira que se aproximava de nossa casinha na Lagoa de Dentro e gritou freneticamente: “MADALENA nasceu uma menina muito bonita mas pretinha que só o fundo de uma  panela de barro”. Esta comparação, por demais exagerada, era por conta de sua grande alegria quase incontida, pode-se deduzir é claro e mais que evidente.
 
Em verdade, nossa MADALENA DE PIININO, era uma pessoa de enorme importância para nossa família, tanto como pessoa humana como na qualidade de serviçal, porquanto, foi nossa lavadeira por muito tempo, cobrando a irrisória quantia de “um tostão”  por peça.   DONA VICENTINA fornecia o “SABÃO DA TERRA” magistralmente fabricado por ela mesma.
A respeitável  lavadeira  concluia  a operação com sua mão de obra  e a água  branco-azulada da Lagoa de Dentro, local onde tinha sua residência.  
Resta ainda citar com muita  justiça o seu alto senso de responsabilidade, carinho e afeto para conosco. DEUS a tenha minha cara MADALENA DE PININO!
 - Cleidinha, assim tudo aconteceu, lembro-me com a mais absoluta clareza, que DEUS lhe abençoe!























 
 
 
                             
 

29 de novembro de 2013

CIÊNCIAS NÁUTICAS 2013 - MILENA

 
 
 



Milena Nobre Bitu de Morais
Edailson Nobre de Lima
Isabela Bitu de Morais Lima
Fortaleza - CE


"Não há nada como um sonho para criar um futuro". Apoio...sustentáculo...auxílio...proteção...Palavras que definem exatamente as pessoas mais importantes da minha vida e sem as quais jamais chegaria onde estou. Mãe, não tenho palavras para descrever tamanha dedicação, você é a grande responsável pela pessoa que sou hoje. Renato, você é a pessoa que mais me apoia nas coisas que resolvo fazer. Obrigada por acreditar e sonhar...e você, pai,  embora não esteja mais aqui, acompanhou-me em todos os pensamentos.
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Eis a filha de Edailson e Isabela, a neta de Ildomar e Isabel. Parabéns a todos.

De bem com a vida

 
 
 
 
Esplêndida Fátima em tempo
 
 


 
Tu encontraste um caminho que poucas pessoas tem coragem de buscar. Elas preferem o caminho que não é o delas.
(Paulo Coelho)
 
 
 
 
 
 

27 de novembro de 2013

MINHA CIDADE - por João Bitu




MINHA CIDADE

Em constante caminhada
O que muito fiz na vida
Jamais deixei esquecida
Nossa Várzea Alegre amada
Minha terra abençoada!
Berço de gente da paz
Que é só o que ela faz
E queira o PAI que assim se alastre,
Apesar de seus contrastes
Muito orgulho ela nos traz!

Várzea Alegre tem nos dado
Um gênero de criatura
Que nem pouco se mistura
Com esse tipo mal gerado
Hostil e mal educado
Procedimento obscuro.
Dá à luz o homem puro
Tem velhice conservadora
Mocidade promissora
De auspicioso futuro!
                                                                   
Todo filho seu se ufana
Da origem de sua vida
De sua terra querida
De tantas a mais bacana,
De tradição soberana!
E hoje como ela está
Não há mais bela, não há,
O seu céu de um lindo azul
Na região Centro Sul
Muito  ilustra o Ceará!

Desde os tempos de menino
Sempre às margens do Machado
Tive a honra de ser criado
Junto a Zé Clementino.
Desde muito pequenino!
Nas Carnaúbas pertinho
Do sítio Juazeirinho
Onde nascera o cantor
E brilhante compositor
Nós dois éramos vizinhos
 
Deixamos a localidade
Em nossa adolescência
E fixamos residência
Ambos então na cidade
Com familiaridade!
Pra onde?  -Dizer é preciso?
Várzea Alegre! – olha o sorriso!
A terra de meus amores
Meu jardim cheio de flores
Autêntico paraíso!

Nossa terra tem beleza
Tem de tudo pra se ver
Em tudo se fez crescer
Demos graças à natureza
Que lhe deu tanta riqueza.
Nossa terra é um primor
Tudo nela é de valor,
Teve ascensão inaudita
Além de limpa e bonita
É toda cheia de amor.
                              
Fui ao Rio de Janeiro
Pra ficar, mas não fiquei
Com saudades optei
Por Várzea Alegre em primeiro
E o Rio por derradeiro.
Razões eu entendo tê-las
É bem fácil concebê-las
Coisas do próprio instinto
Certo é que ora me sinto
Bem feliz como entre estrelas!

João Bitu

 

 

 

25 de novembro de 2013

AS QUERMESSES EM JUAZEIRINHO por João Bitu






                                          AS QUERMESSES EM MIGUELÓPOLES


 

                              Anualmente por ocasião dos festejos juninos acontecia no sítio Juazeirinho, localidade situada bem ao lado da ribeira ou Estrada Velha entre as Canaúbas e o Açude das Caraíbas, já nas proximidades do Distrito de Canindezinho, num pequeno povoado que foi  criado por iniciativa e direção do Senhor Miguel Marica, avô do cantor e compositor ZÉ CLEMENTINO, cidadão muitíssimo conceituado naquela região, as comemorações em alto estilo e riqueza em temos de bom gosto.

                              Entre as décadas de quarenta e cinqüenta foi erigida uma Capelinha muito bonita e daí as missas e demais cerimônias religiosas passaram a ser celebradas em suas dependências, quando antes ocorriam na residência daquele patriarca, Com a edificação da Igreja, Padre Otávio batizou o locai com o nome de” MIGUELÓPOLES” em  homenagem ao seu fundador,  que significa  cidade de MIGUEL.

                              Por ocasião dos festejos acorriam muitas  pessoas atraídas não somente  pelas  atividades religiosas que eram dignas de muito respeito e apego, mas também e principalmente pela existência de comestíveis diversos e   a apresentação   de  brinquedos infantis como reco-reco, colares de coco catolé, bolinhas plásticas de variadas  cores e  de inúmeras  outras  maravilhas que encantam os olhos da   criança.

                              O vigário de Várzea Alegre era o Padre José Otávio de Andrade, nascido em Bebedouro na região dos Inhamuns, era estimado sem exceção por toda gente da comarca. Tinha como assistente principal, João Batista (ou João de Seu Amadeu), uma figura queridíssima notadamente pelo seu alto senso de humor, por todos que o conheciam.  Costumava fazer presepadas as mais interessantes possíveis e contar anedotas ao seu gênero.

                              Eram criados dois partidos com o objetivo  de angariar  fundos  para custeio das despesas a saber: O partido AZUL e o partido ENCARNADO, que davam motivação a uma acirrada disputa que esquentava os ânimos de seus participantes e adeptos.                                                                                                                                                                                                                                       

                               De toda circunvizinhança vinham fiéis cheios de fé e confiança em busca de ativar e renovar seus propósitos e sua luta contra o pecado, pela assistência às cerimônias religiosas, pela confissão e pela comunhão por intermédio do sacerdote aos pés de Santo Altar. A Capela toda enfeitada com flores e as imagens alegremente rodeadas de inscrições com dizeres cristãos davam a tonalidade fiel  das comemorações. Era uma atração à parte. Lá  fora  a alegria contagiante  com o pipocar dos fogos de artifícios, bombas, traques  e   gritos    estridentes das crianças gerando um majestoso  espetáculo;

                                    Até de localidades mais distantes as pessoas de todas as idades vinham  aos festejos  para assistir as missas, rezar, confessar seus delitos,comungar diante do seu sacerdote. Eis que em certa ocasião, como nos foi relatado pelo próprio sacristão, duas senhoras já de idades bastante avançadas, chegaram para receber aqueles sacramentos da Igreja, contudo a cerimônia havia terminado há algum tempo, o que as levou a lamentar e chorar copiosamente pelo tempo perdido e pela caminhada empreendida inutilmente. Compadecido diante daquele malogro João Batista, homem solícito e caridoso e não muito comprometido com os rígidos critérios da Santa Igreja, achou por bem contemplar as duas velhinhas sofridas com a realização da santa comunhão e o fez pessoalmente, deixando-as felicíssimas conscientes de haverem alcançado  as suas aspirações.

                                          O que não se sabe, entretanto, é qual teria sido a reação de Padre Otávio, ao tomar conhecimento daquele procedimento fortuito de nosso bem estimado e  prestativo Sacristão.

 

João Bitu

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

107 anos do Senhor José Bitu - Reprise




                             107 anos do Senhor José Bitu
 

Em 25 de novembro de 1906, no município de Várzea Alegre, a bendita Senhora Dona Eufrásia ( Frasina ) dava à luz um filho que na pia batismal recebeu o nome de José. O pequeno menino José, foi registrado como JOSÉ ALVES BITU, nome que magistralmente soube honrar em toda sua existência.

E como soube! Zé Bitu das Carnaúbas como veio a ser conhecido em seu meio , tornou-se chefe entre seus irmãos graças aos seus altos predicados e firmeza de costumes.

Zé Bitu, meu Pai, foi sempre um homem íntegro e decente. Costumava se relacionar fraternalmente com qualquer pessoa, não admitindo nenhuma espécie de preconceito ou orgulho pessoal. Era, em verdade, muito brincalhão e senhor de um brilhante senso de humor, repentista extremoso, quando menos se esperava ele soltava um repente que fazia rir a todos. Foi agricultor e comerciante.

Teve e criou com Dona Vicentina onze filhos a quem deu a melhor educação. Visto isto meu Pai, nós lhe fazemos aqui esta simples homenagem e almejamos, em tempo que a Deus pertence, reencontrá-lo e AMÁ-LO MAIS AINDA!. Deus é fiel!.
 João Bitu






Lupicínio Rodrigues compôs " FELICIDADE"  Caetano Veloso regravou e papai cantarolava baixinho. Essa música foi nossa última homenagem a SEU ZÉ BITU na sua partida.
 
Mamãe e Zezê só vieram para cá quando ele já  não tinha mais nenhuma condição de administrar sua mercearia que foi seu ganha pão a vida inteira e criou todos nós 11 filhos com muita dignidade.
 
 
É para o senhor que dedicamos essa data com muito carinho,
 João/Luzinete
 Denizard/Francini
 Isabel/Ildomar
 Cleide
 Cícero/ Nerilda
 Fafá
 Zezê


 

23 de novembro de 2013

Uma Verdadeira Relíquia



Essa montagem  revela uma grande história de amor. A foto em preto e branco é uma verdadeira relíquia:
O casal é Ildomar e Isabel que tem uma história vitoriosa que já dura 50 anos de felicidade e é assim:
" ele cuida de mim e eu cuido dele e DEUS cuida de nós dois.".
 
 
Fafá e Zezê de  7 e 6 anos acompanhavam o casal nos primeiros tempos de namoro.
 
Hoje são muito bem recebidas cada vez que aí vão curtir o belo jardim da 15 DE NOVEMBRO.













22 de novembro de 2013

No Ceará....


Ao Músico, com carinho



A você, músico, que canta e encanta com a magia de criar um som,
de tocar corações, de unir almas.
A nossa singela homenagem!!! 
Cante, toque, encante!


20 de novembro de 2013


PACIÊNCIA NA CAMINHADA

Afirmou o nobre poeta, de maneira bem direta
Que este simples prosador
Além de escrever seus versos,  trocadilhos os mais divers
Também é historiador.

Há muita bondade nisto, generosidade, insisto!
Que o caro leitor me acate
Se for a sua vontade, se o achar na verdade
Simplesmente como vate.

Como tal que me integre, na querida Várzea Alegre,
Ao grupo de outros poetas.
Pois nem pouco se proclama, com tão semelhante fama
- Numa altura mais discreta!

Eu lembrei hoje cedinho do bem amado Bidinho
Lembrei também ”Zé Pequeno”
Assim como estou lembrado, de Luiz Dantas Quezado
Lembrei-me muito sereno!

De poetas de minha terra, meu saudoso pé de serra
Fartamente idolatrado.
Costumava com alegria, ouvir de sua autoria
Lindos versos em punhado!

Esses foram realmente, historiadores, gente!
Com muita sabedoria
Destrinchavam com grandeza, com minúcias e beleza
Como bem lhes parecia.

Que ressurja em meu auxílio, o meu Professor Pompilio
Com a magia de contar
As suas belas histórias, todas elas de memória
Venha ele me ajudar!!

Queria com ele aprender, para então escrever
Historietas bonitas
Temperadas de humor, doçura e muito amor
Cujas nunca foram escritas.
 
Honras a  Pompilio Velho ...juro pelo Evangelho
Se morasse sua memória
No meu “eu” ajudando, eu estaria brilhando
Já bem alto na história

Faria jus com a rima, a quem me pôs lá em cima
Como historiador
Peço encarecidamente, que se vá seguramente
Mais devagar com o andor!

João Bitu

 

 

 

 

 

 

 

FRANCESINHA - por João Bitu (Reprise)









F R A N C E S I N H A 

 F lores que enfeitam o jardim

R egadas com intenso amor

A guardadas com um único fim

N ão sucumbiram ao predador.

C om harmonia e carinho

E xistem para ser mimadas,

S ensíveis em seu cantinho.

I nstando por ser amadas.

N ão há pomar lindo e mais belo

H orta de plantas mais odorosas

A mor... afeto e flores tão mimosas.

JOÃO Alves BITU
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Raimundim,

Esse acróstico me foi encomendado por Fafá para chegar até você. Abraço,

João Bitu
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Perfeito João.
E olhe que não é fácil fazer um acróstico em onze linhas.
Parabéns poeta








17 de novembro de 2013

PEQUENA GRANDE FAMÍLIA - Por João Bitu




 

PEQUENA GRANDE FAMÍLIA

Estão meus filhos casados !
Bitu Neto mora ausente
 Cláudio está sempre presente
De olhar pra nós voltado.
Dispensa o maior cuidado!
A patroa nos  coze o angu,
Vera -  cópia de Lulu -
E o manda-chuva exímio
Seu paquera consangüíneo
 “O caçula Luis Bitu”.

São eles minha paixão!
Meu tesouro de valor
Eu lhes amo com fervor
Muita estima e afeição
Bem do fundo do coração.
Existe só este entrave
Que jamais se agrave ...
É a breve separação
Mas pensando com a razão
Não é coisa assim tão grave!

Sem ter quem prose comigo
Que sou surdo e semi mudo
Fico às vezes mui sisudo
Até para meus amigos,
Tento sorrir não consigo.
À LULU não vou culpá-la
Que de dez coisas que fala
Seis são pra me dizer NÃO...
As restantes delas são:
É MEU! ...FOI  EU!... depois cala!

É a forma de falar
Austera e possessiva
Sempre muito positiva
Sem, contudo, magoar
Nem tampouco condenar
Chega a ser até modesta,
 Mas simplesmente contesta
Tudo que não lhe agrada
E não se faz de rogada
Acaba então com a festa!

 Assim é, pois, em verdade
Consciente disto estou
Para o que DEUS nos criou
Somos na realidade
Plenos em felicidade!
Com aderência cristã
Uma mente reta e sã
Nossa vida linda é.
Rogo ao bom JESUS, com fé,
Pelo dia de amanhã!.

João Bitu
 
IMPOSSÍVEL ESQUECER
MEU QUERIDO, MEU VELHO, ME AMIGO
 
Roberto Carlos
 
 

 

 

 

 

 

 

POETA HISTORIADOR - por Mundim do Vale




POETA HISTORIADOR

João Bitu é um poeta, que faz a rima concreta
 Pra falar do seu lugar.
 Rima com propriedade, a sua boa cidade
 Sem deixar nada faltar.

Lembra a casa que viveu, ao lado da de Dirceu
 Que era sua vizinha.
 Lembra de Dona Santana, dos benditos de Romana
 Na hora da ladainha.

Lembra o amigo Dudu, O seu pai José Bitu
 E a sua mãe Vicentina.
 Lembra de Pitõe Gibão, pulando no algodão
 Que chegava na uzina.

Lembra o Sr. Lourival, e a casa paroquial
 Que era de frente a sua.
 Lembra o Sr. João Bilé, que morava no Coité
 Mas tinha casa na rua.

Lembra de Dona Lilí, da minha mãe Iracy
 De André Costa e Santinha.
 Não esquece Valdeliz, Frfancisca e Luiz Diniz,
 Dona Eliza e Tietinha.

O poeta não perdia, a salva do meio dia
 Bem do lado do cruzeiro.
 Seguia na procissão, conduzindo em sua mão
 O andor do padroeiro.

Lembra Maria Caitana, cantando e bebendo cana
 Jogando no elefante.
 Lembra José Vitorino, Zé Odmar e Acelino,
 Zé Raimundo da Vazante.

Lembra do Sr. Ferreira, Dona Raimunda Teixeira
 E de Vicente Gregório.
 Não esquece Soarim, Damião, Chico Carrim
 E do Sr. Quinco Honório.

Morou um tempo no rio, Mas seu maior desafío
 Foi voltar ao Ceará.
 Queria, porque queria, Ter a boa companhia
 De Zezê e de Fafá.

O poeta tem guardado, Todo o Vale do Machado
 E a sua bela história.
 O meu verso não diz tudo, quem quiser mais conteúdo
 João Bitu tem na memória.

Termino minha alusão, com bastante precisão
 Para que ninguém me cale.
 Vai daqui o muito carinho, do amigo e ex vizinho
 Poeta Mundim do Vale.

Mundim do Vale.

ORIGEM DO TERÇO






                                   ORIGEM DO TERÇO

Para que o cristão ficasse todo o dia em permanente comunhão com Deus, o rosário foi dividido em três partes chamadas terço. Assim um terço seria rezado pela manhã, outro à tarde e outro à noite.

O Terço é uma oração universal, e a qualquer hora do dia, em qualquer lugar do mundo, alguém o reza para louvar o Senhor ou agradecer-lhe seus dons, para suplicar suas graças ou pedir-lhe perdão dos próprios pecados, e principalmente para venerar a mãe de Jesus Cristo, e agradecer a sua hercúlea tarefa de amparar as mães na terra.

A cada momento alguém está contemplando os mistérios da vida de Jesus.

O terço é uma das mais importantes orações devotadas a Nossa Senhora.

Esta forma de orar se consolidou com as aparições de Nossa Senhora em Lourdes, na França e em Fátima, em Portugal onde ela sempre pedia para rezarem o Rosário.

O Papa Urbano IV em suas pregações acentuava: "Pelo Rosário, todos os dias desce dos Céus uma chuva de bênçãos sobre o povo cristão".

A oração do terço é uma forma singela de unir as pessoas em torno de um ideal: A veneração a mãe de Jesus Cristo.

Vicente Almeida





16 de novembro de 2013

Bodas de rosa

 
 
 
 
 
 
 
 
17 anos!!! Bodas de Rosa!!!! Anos de muito Amor, Parceria, Cumplicidade, Felicidade, Realizações...enfim posso atestar que vivemos uma verdadeira história de AMOR!!!!

Rosa Diana
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


ORAÇÃO AO TEMPO

 
 
 


ORAÇÃO AO TEMPO - DJAVAN

És um senhor tão bonito
 Quanto a cara do meu filho
 Tempo tempo tempo tempo
 Vou te fazer um pedido
 Tempo tempo tempo tempo...

Compositor de destinos
 Tambor de todos os rítmos
 Tempo tempo tempo tempo
 Entro num acordo contigo
 Tempo tempo tempo tempo...

Por seres tão inventivo
 E pareceres contínuo
 Tempo tempo tempo tempo
 És um dos deuses mais lindos
 Tempo tempo tempo tempo...

Que sejas ainda mais vivo
 No som do meu estribilho
 Tempo tempo tempo tempo
 Ouve bem o que te digo
 Tempo tempo tempo tempo...

Peço-te o prazer legítimo
 E o movimento preciso
 Tempo tempo tempo tempo
 Quando o tempo for propício
 Tempo tempo tempo tempo...

De modo que o meu espírito
 Ganhe um brilho definido
 Tempo tempo tempo tempo
 E eu espalhe benefícios
 Tempo tempo tempo tempo...

O que usaremos prá isso
 Fica guardado em sigilo
 Tempo tempo tempo tempo
 Apenas contigo e comigo
 Tempo tempo tempo tempo...

E quando eu tiver saído
 Para fora do teu círculo
 Tempo tempo tempo tempo
 Não serei nem terás sido
 Tempo tempo tempo tempo...

Ainda assim acredito
 Ser possível reunirmo-nos
 Tempo tempo tempo tempo
 Num outro nível de vínculo
 Tempo tempo tempo tempo...

Portanto peço-te aquilo
 E te ofereço elogios
 Tempo tempo tempo tempo
 Nas rimas do meu estilo
 Tempo tempo tempo tempo.

Link:
http://www.vagalume.com.br/djavan/oracao-ao-tempo.html#ixzz2CIt3DugD





15 de novembro de 2013

Je Vous Aime





Adorei essa montagem mas não consegui colocar foto nenhuma. nos corações. Então fica a pergunta: Quem deveria  estar aí?





 A BITUZADA - irmãos e cunhados. 

13 de novembro de 2013

Mais uma de Gigliola Cinquetti



 Quando Gigliola Cinquetti  lançou essa música  eu tinha 10, 12 anos por aí mas até hoje ela ainda me faz relembrar  a adolescência  quando tudo era mais difícil em comparação com as meninas  de hoje. Era sacrificado para eu ouvir mas conseguia na rádio SOCIEDADE DA BAHIA e era embalada nessa bela canção que eu adormecia e sonhava com uma vida melhor...essa que conquistei...mesmo assim a melodia me causa uma certa nostalgia que gosto de sentir.

Lançamento em Olinda





Pois é, gente, o cordelista doutor lançou brilhantemente seus dois livros  MARCO DO MIOLO DO PINHEIRO E ESTRELA DALVA   em Várzea Alegre, Fortaleza e São Paulo....





 e no dia 15 de novembro de 2013, às 11 horas, estará lançando no Salão de Autógrafos da Feira de Livros da FLIPORTO – Festa Literária Internacional de Pernambuco, em Olinda Pernambuco.





 Parabéns, Sávio Pinheiro!!!!!




Adoramos a homenagem do seu sobrinho Gabriel no clip abaixo.



11 de novembro de 2013

Amizade verdadeira não acaba nunca.



               
                      Amizade verdadeira não acaba nunca.



10 de novembro de 2013

Assim se passaram 2 anos




Fafá,

Sinto-me na obrigação de lhe  AGRADECER de coração por você me haver colocado em condições de usar o seu BLOG à minha vontade, bem como por ensinar o que já venho aprendendo e desenvolvendo. Isto é bom demais, principalmente, como já disse em outra parte, para uma pessoa que já está beirando os oitenta anos. Muito obrigado e conte comigo na forma rude e por vezes grosseira de como me comporto. O mal é da idade.
Um forte abraço,
João Bitu
10/11/2011




João Bitu,

Criei esse blog tão simplesmente para armazenar meus escritos e/ ou contatos que me tocam. Sempre sonhei em recebê-lo aqui. Considero como um verdadeiro milagre pois sei que você é um pouco cismado com a máquina internauta. Não tenha medo, vou proteger você SEMPRE, ninguém aqui vai lhe corrigir, você vai é me ensinar muito  e não me agradeça, estou deverasmente honrada em tê-lo aqui. 

Não pretendemos aparecer, ostentar, não nos incomodamos com o número de postagens, queremos apenas reunir aquelas pessoas que realmente fazem a diferença na nossa vida. É como se a gente tivesse na calçada da nossa casa da Major Joaquim Alves, curtindo o pé de castanhola, vendo tudo, os amigos passando para um dedo de prosa e aguardando a chamada da missa que mamãe esperava ansiosa.....a chegada de papai da bodega .... o nosso jantar que era servido às 17 horas, naquela mesa enorme onde papai nos ensinava o valor de reunir a família, a música do Cine Odeon, as meninas se preparando para dar uma volta na pracinha, ver os paqueras, elas tinham ordem de voltar ás 20 horas quando acontecia o famoso terço comandado por Seu Zé Bitu e ai de quem não estivesse presente! 

Estamos aqui para recompor a nossa história. Fique tranquilo!!!!!!

Fafá












E Agora, Fafá?







 Minhas amigas  festejando o 2 vezes 30 e eu ansiosa, afinal, estou quase chegando lá, sentindo-me uma adolescente esperando a grande data. Parece até que vou debutar e fico me perguntando: onde foram parar todos esses anos?

Às vezes volto ao tempo daquela menina assustada que chegou no EDUCANDÁRIO SANTA INÊS enfrentando colegas da pesada, revejo também aquela professorinha ingênua que enfrentou sua primeira turma. Continuo sendo aquela irmã saudosista que viu seus irmãos saírem para estudar fora, casar e eu sabendo que não teria a menor condição de sair de perto de meus pais. Passei  pela tal crise dos 30, mas estava ocupada demais com os livros, já pensando no meu futuro. Aos 45  alimentei o sonho da famosa viagem à França.

Os 50   me encontraram já chegando à aposentadoria e cuidando da minha irmã com Alzheimer. Fiquei tão absorvida diante de tanta responsabilidade que nem notei a passagem da menopausa e da aposentadoria.

Agora aos 59 anos, me pergunto onde está a coroa que eu esperava ser nessa idade e onde se escondeu aquela jovem sonhadora que se olhava no espelho todas as manhãs....
.
Enfrentei 3 reformas ortográficas, relutei por um tempo em aprender a  linguagem da informática.Hoje sou muito  ligada por causa das traduções.  Adoro montar fotos e emoções diversas, pesquiso muito, sou blogueira formando um grupo com quem  componho a minha história
.
Não me sinto diferente do que era há alguns anos, continuo tendo sonhos, projetos, faço caminhadas matinais com minha irmã Zezê,  me alimento moderadamente e durmo bem, gosto de fotografia, música, leio muito e viajo para os lugares que um dia sonhei conhecer.

Desde que me aposentei como professora de francês, faço tradução quando me é conveniente e se o assunto me interessar.

Cuido  da minha aparência, deixei de usar óculos(13 e 15 graus) graças à famosa redução de miopia. Há marcas do tempo, e não somente rugas e uns quilos a mais, mas também cicatrizes na perna esquerda vitimada da poliomielite.

  Dos meus 59 anos?

Certamente o saldo é positivo, com muitas dúvidas e apenas uma certeza: tenho mais passado que futuro e vivo o presente intensamente:  a TPM passou a significar “Tranquilidade Pós-Menopausa”.

Os familiares e amigos que o digam.